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Não é de hoje que os times do Sudeste brasileiro, principalmente os de São Paulo e Rio de Janeiro, são privilegiados em diversas situações em campeonatos operados nos bastidores do futebol brasileiro. Ou é pressão da imprensa paulista, ou são subsidiados pela CBF, ou são auxiliados generosamente pelos árbitros em partidas, principalmente nas decisivas. Mas o que está acontecendo de um tempo pra cá, está passando dos limites faz tempo. Não vou ser ingênuo de me calar perante tanta prepotência e imparcialidade do STJD que se tornou no mais novo e poderoso aliado dos clubes do eixo. Refiro-me ao julgamento do Diego Souza, jogador reincidente em confusões, e que deu uma de “Mike Tyson” no jogo do Palmeiras contra o Cruzeiro, quase tirando alguns dentes da boca do jogador mineiro. Para que se entenda a situação, também é importante citar o árbitro paranaense Héber Roberto Lopes, juiz anti-Grêmio e que foi conivente com a agressão na ocasião. Após um chilique de “senso de justiça” da imprensa, do que por livre e expontânea vontade do procurador Paulo Schmidt, o agressor foi julgado e liberado. Num caso similar, mas não tão intenso assim, o atacante do Grêmio, André Luís, foi punido com DOIS JOGOS de suspensão através de uma denúncia que deixou incrédulos a todos. No lance envolvendo o jogador, o juiz não deu cartão e muito menos marcou infração. O atleta gremista foi punido via Tv num choque que ocorre normalmente em partidas de futebol. Via tv meu caros !
Não precisamos ir muito longe para falar de casos que são julgados pelo STJD, em que são usados dois pesos e suas medidas. Poderíamos citar Valdívia, Dodô, Souza entre outros. Ah! e vale lembrar que Schmidt também disse que o nosso grande capitão Tcheco (mesmo tendo sido agredido covardemente) pode pegar uma pena severa por ter mostrado indignação no lance com o volante mais odiado da equipe do Aterro. O nosso departamento jurídico precisa ficar atento. Desse jeito, se tomarmos como exemplos os últimos julgamentos, o Tcheco vai ser condenado à forca.
E tem mais. Sempre muito ativo e eficiente quanto se trata de clubes gaúchos, principalmente em questões envolvendo o mais representativo e temido deles (Grêmio), o procurador geral do STJD, Paulo Schmidt, não vacilou e no primeiro dia pós-classico Grenal, já manifestou que vai rever a e analisar a fita com os lances da partida. Inclusive, o “exemplar” executor já antecipou uma provável decisão do STJD de que o Grêmio possui grandes chances de ter o Olímpico interditado devido à incidentes envolvendo a sua torcida, mesmo não tendo sido o mandante do jogo e nem responsável pela segurança do jogo naquela ocasião. É realmente intrigante. Após uma somatoria de fatos que deixaram os nervos da torcida Gremista “pulsando” no remendão do Guaíba, citando o total despreparo e selvageria da brigada militar, bem como, as condições desumanas e inóspitas do local da partida, ainda vem este imbecil dizer que NÓS somo culpados pelos acontecimentos no beira-rio. É muita cara de pau mesmo !
Sem a mesma eficácia e rapidez, já usando de dois pesos e duas medidas, na partida entre Fluminense e Vasco da Gama realizada no Engenhão, a torcida do tricolor das laranjeiras depredou vários assentos(cadeiras) do estádio “pan-americano”. Sempre tão ferrenho e implacável quando se trata do Grêmio, o cafetão do STJD ousou dizer que este fato não consistia em fato relevante ou que possa ser enquadrado em espécie de julgamento. Já no clássico paranaense entre Coritiba x Atlético-PR, a torcida do patético protagonizou cenas lamentáveis, sendo a responsável por confrontos e um quebra-quebra generalizado. Estranhamente, o STJD não fez nenhuma menção ao fato. Detalhe: Paulo Schmidt é conselheiro do patético paranaense.
Indignado com tanta injustiça, o nosso vice de futebol, André Krieger, comentou e criticou a decisão do STJD sobre o caso Diego Souza. Imediatamente, o órgão já manifestou sua opinião e já declarou que pode punir Krieger pelas declarações. Enquanto isso um tal de wanderley luxemburgo fala o que quer, questiona, se queixa e.....e.....e........ nada acontece.
Ah! sinceramente, vai arranjar o que fazer tchê !.
Depois vem um oportunista como Milton Neves, hipócrita e misto de “Renato Aragão com Wianey Carlet” dizer: Complô é coisa e historinha de Gaúcho.
Estamos sendo prejudicados e roubados descaradamente há tempos. A submissa e oportunista imprensa gaúcha, principalmente quando se trata do Grêmio, nada faz nestes momentos. Diante de tanta corrupção e bairrismo do STJD que a cada dia que passa, mostra a cara suja e podre dos bastidores do futebol brasileiro, o momento me remete a uma época em que a honra e liberdade eram os princípios acima de tudo: A Revolução Farroupilha. Após mais de 150 anos da gloriosa e épica revolução, estamos chegando próximos de um novo momento similar. Desta vez, as armas são chuteiras as vestes são a história e a tradição de uma camisa respeitada e admirada mundialmente. Hoje, o GRÊMIO é o símbolo e o único resquício de indignação que restou de nossos ancestrais e que como o nosso amor por esse Rio Grande, é um sentimento que continua vivo e forte dentro de nossos corações.
Já o Império prepotente, aristocrata, corrupto e centralizador continua sendo o eixo Rio-São Paulo. A nossa história está mais viva do que nunca irmãos. Eles falam e debocham tanto de nós, mas no fundo queriam ser como nós. No fundo, após engolir seco, temem e se apavoram ao ver a nossa paixão e fervor nas arquibancadas do Monumental da Azenha. Eles invejam e ficam pasmos com a nossa imortalidade.
É incrível ver como o Grêmio é odiado e temido. Não podem nos ganhar somente dentro das quatro linhas, precisam usar de artifícios sujos e debaixo dos panos para nos atingirem de todos os lados. Mas a imortalidade há de aparecer novamente assim como aconteceu anos atrás.
Reforço aqui, as palavras do messias, Anderson Kegler. Agora é hora do verdadeiro GREMISTA, de mostrar que somos diferenciados. A massa precisa ajudar, vamos retransformar o Olímpico naquele caldeirão que vinha sendo. É hora do torcedor sentir dentro do coração a batida do bumbo da Geral, de cantar no trabalho, no chuveiro, no almoço “Tricolor, tricolor, tricolor, Grêmio,Grêmio,Grêmio, laialalaialala”. De vestir com orgulho o manto sagrado nas ruas. Eu acreditei após tomar 3 a 0 do Caxias, acreditei até o último minuto contra o Cerro Porteño ano passado na Libertadores, acreditei após perdermos lá para o São Paulo na Libertadores da América do ano passado, e me manti perseverante após tomarmos 4 a 0 da Anapolina em 2005. No momento mais difícil, me conectei com a imortalidade e acreditei mesmo com 7 em campo na Batalha dos Aflitos.
Eu sei do que essa camisa é capaz, eu sei do que o Olímpico é capaz, eu sei e vi com estes olhos que a terra um dia há de comer, do que esta FANTÁSTICA TORCIDA, do que VOCÊS BORRACHOS são capazes. Se um dia meus netos perguntarem, vou dizer que fui um previlegiado. Aqui cito o nosso ex-vice de futebol, Paulo Pelaipe, perdemos de um “Caxias com grife” que logo, logo vai levar um “tombaço”. A situação é perfeitamente retomável, vamos pra dentro deles. Desistir é uma palavra que não existe no nosso dicionário.
Não vamos dar o braço a torcer nunca, jamais. Podemos ter perdido algumas batalhas, mas a Guerra está aí, sorrindo pra nós. Temos todas as condições e vamos levar este campeonato para mostrar ao caótico eixo, quem somos e porque viemos.
Grêmio Copero Y Peleador !
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