Este GRE-? mostrou que, na verdade, não existe time reserva no TRICOLOR. O que acontece é de alguns jogadores estarem melhor adaptados ao esquema ou simplesmente estarem em um momento melhor. A gana e raça e principalmente dedicação e a maneira como todos honraram o manto foi comovente.
Meu principal destaque foi Adílson. Posso não ser o melhor observador e/ou comentarista das coisas do campo, mas o guri simplesmente anulou o já fraco “argentinoestounotimeerradosocorro”. Entrou e impediu toda e qualquer jogada vinda do caríssimo jogador “opteipelacorerradamesalvem”.
Rotineira e por vezes até chata é a GERAL. Sinceramente perdi a paciência conosco. Coisa mais desagradável isso. Todo jogo, toda partida, seja fora, em casa, com chuva, com frio, em menor número, sendo maioria é sempre a mesma ladainha... GERAL dando um show de alento. O nosso espetáculo à parte já está se tornando quase obrigatório. Acredito que alguns torcedores das agremiações adversárias já freqüentam os jogos do GRÊMIO para apreciar e aprender conosco, até porque a muito devem ter se dado conta que copiar é impossível. E ontem não foi diferente. Quem viu o jogo pela TV disse que depois dos 15 minutos de jogo só se ouvia a GERAL. Acho que num futuro próximo a CBF ainda vai punir o GRÊMIO se a GERAL não der espetáculo.
Domingo temos um jogo complicado. O S. Paulo, assim como o GRÊMIO, leva esse jogo como um dos mais importantes do campeonato. Jogamos em casa, na nossa CANCHA. Teremos o MONUMENTAL lotado e inevitavelmente o alento será incessante. Venceremos e mais uma vez mostraremos ao Brasil que em nossa casa somos cada vez mais IMORTAIS.
Dá-lhe GRÊMIO.
Anderson Kegler
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