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A rodada termina e continuamos com os mesmos 5 pontos na frente do segundo colocado. Tentam criar uma crise, dizer que nosso time está em decadência, perdendo a pegada e outras asneiras que estamos tão acostumados a ouvir. Mas me pergunto: Se estamos em crise o que resta
para os demais? Liderança é uma glória e um fardo. Todos querem nos vencer, somos alvo de toda a sorte de ataques dentro e fora do campo.
Ouvi dizer que alguns programas de TV nos agrediram às últimas conseqüencias, perderam a linha. Nada mais normal. Não assisti, me recuso a prejudicar minha já limitada inteligência dando audiência para esta programação televisiva tacanha. Existem 3 programas que NUNCA assisto: Big Brother, programas de auditório e qualquer programa que tenha a participação e/ou o comando de um tal de Milton Neves.
Este senhor, até onde eu sei, é alguém tão despreparado para o que faz que deveria ser político. É tipo um David Coimbra do centro do país. Fala sobre tudo, escreve sobre qualquer coisa e sempre diz merda. Nunca vi a adoração que se tem neste país por pessoas que só falam bobagem. Tem-se a mania de eleger algumas criaturas e pronto, elas tem direito de falar e escrever sobre todos os assuntos. Exemplos não faltam...Jô Soares, Caetano Veloso, Pedro Bial, Tarso Genro, Edson Arantes do Nascimento (afinal o Edson está matando o Pelé) e tantos outros. Mas como sempre venceremos tudo e todos. Nossas vitórias são sempre dentro e fora do campo. As vezes mais fora que dentro. Na quinta-feira temos um jogo contra a agremiação ribeirinha. Fala-se em time reserva. Pois bem, digo que não existe isso. Todo o jogador do GRÊMIO tem a obrigação de jogar, correr e marcar a morrer. Ninguém ganha o direito de usar o manto Tricolor para jogar como reserva. Esperamos uma atuação aguerrida e brava. Todos estaremos em nossa casa e vamos para apoiar e alentar durante 90 minutos e esperamos que o time jogue conforme nosso alento, incessantemente. O horário é ruim, a competição não tem a projeção digna do GRÊMIO, os adversários também desprezam os jogos, mas devemos vencer sempre. Não há espaço entre as fileiras TRICOLORES para derrota. Do mais luxuoso camarote ao mais frio degrau de nossas arquibancadas somos um só, somos o GRÊMIO. E GRÊMIO não aceita derrota, não se entrega, joga todo o jogo como se fosse o último. Independe do adversário, independe do local, independe
do dia e da competição e do motivo, sempre que entramos na CANCHA entramos pela vitória, pela glória, a morrer. Afinal, meus irmãos, o time pode ser reserva mas nós sempre seremos titulares.....
FORÇA E HORA
Anderson Kegler
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Nos últimos tempos tem entrado em voga, coisa que ocorre de tanto em tanto, a tentativa de explicar os motivos que levam o GRÊMIO ao sucesso. Percebe-se, invariavelmente, que quase todas as justificativas pecam na verdadeira essência do fato. Fala-se da CAMISA, da Imortalidade, do sobrenatural e, até, do inacreditável. mas tudo são apenas vãs tentativas de justificar um sucesso que se obtém com trabalho, dedicação, muita vontade e um grande dose de GREMISMO.
A verdade, parece-me, está no fato do time ter percebido que o sucesso está em pôr me campo a vontade e a paixão explicitadas de maneira abnegada no setor mais famoso das arquibancadas do OLÍMPICO. Jogar a morrer toda partida, comportar-se como mandante mesmo em terra alheia
e não desistir nunca são características típicas de quem incorporou o pensamento e os lemas da GERAL. Tenho fé de que em um momento futuro isto fique realmente incorporado a todo e qualquer time que o nosso TRICOLOR venha a formar. Em verdade creio que este pensamento
enraizou-se de maneira irreversível nos vestiários da Azenha. Penso que a indolência, tão característica das nossas seleções, nunca mais terá lugar no coração dos que vestirem o MANTO.
Vejo com pesar e nenhuma surpresa o comportamento dos veículos de comunicação, porque até onde sei nenhum deles pode ser chamado de imprensa, a não ser de maneira pejorativa. Atacam de maneira desesperada a nossa campanha, nosso time e nossa torcida, lamentável, embora divertido. Chega a ser risível ao ponto das gargalhadas assistir a indignação sem fundamento dos comentaristas esportivos. Protestar contra a arbitragem, falar que somos favorecidos, que qualquer um é líder desta maneira... só falta dizerem que o GRÊMIO tem o apoio da grande mídia e que nosso poderio financeiro compra os juizes, bandeirinhas e oprime os times do eixo da vergonha. Tenham a santa paciência! Durante anos as agremiações do centro do país viveram a ilusão de que suas equipes incorporavam o verdadeiro futebol. Perderam-se em um mar de lama e corrupção juntamente com o resto do país e agora que colhem os frutos podres de sua total falta de moral e
dignidade querem apontar culpados. Pois digo, com total tranqüilidade, apontem para o espelho. Lá verão quem são os responsáveis. A seleção, com duas honrosas exceções, é a realidade nacional. Vocês, Brasil, são aquilo ali mesmo. Seus times, seu povo, são nada mais que um amontoado de pessoas sem vontade, sem honra e sem ideal. Vivem a esmolar favores e maneiras fáceis de conseguir o que os outros muito lutaram e lutam para obter, o famoso jeitinho brasileiro. Mas nós somos como as honrosas exceções da seleção, preferimos conquistar, lutar até nossas orças se esvaírem a ganhar qualquer coisa de alguma maneira sorrateira. O GRÊMIO e seu povo não é o Corintihians, não é o Flamengo e tantos outros representantes da alegria exacerbada do povo brasileiro. Aqui o corrupto, o sem-vergonha , o imoral é exceção, não é regra.
Concluo esta coluna dizendo que podem nos atacar, nos roubar , pressionar a CBF, comprar juizes. Podem até roubar nosso título. Mas tenham a certeza de que nunca roubarão nossa dignidade, nossa força e jamais abalarão nossa fé. GREMISMO, nada mais é, que a inabalável certeza de que é melhor lutar com honra e perder, do que vencer e ter no grito da vitória qualquer
mácula.
FORÇA E HONRA
Anderson Kegler.
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Neste último domingo, o Estádio Olímpico Monumental recebeu novamente um grande público disposto a empurrar o imortal tricolor mais adiante nesta longa jornada em busca da manutenção de “number one” no campeonato. Apesar do tempo chuvoso, a partida contra o todo poderoso São Paulo prometia grandes atrações, tanto dentro de campo como nas arquibancadas. Para começo de conversa, que belo bandeirão a Geral inaugurou no apito inicial. Um prato cheio para lentes fotográficas que não paravam de disparar flaches para a arquibancada do Setor 10.
Depois o que se viu em campo, foi mais uma exibição aguerrida e brava do nosso time. Dispostos a buscar a vitória de qualquer maneira, os ginetes de Celso Roth que formam o "cavalo paraguaio" do Rio Grande do Sul, segundo a tacanha mídia nacional, calçaram cascos para trotear na chuva. Para espanto de todos, o cavalo paraguaio virou um autêntico puro sangue bem gaudério. Marcamos os paulistas com chegadas ferrenhas e rápidas no bote e contra atacamos com velozes arrancadas rumo ao gol adversário. Tanto insistimos que Perea (ele que pediu dispensa da seleção colombiana) balançou as redes de um já desanimado e batido Rogério Ceni.
Depois foi só administrar o resultado e deixar o espetáculo nas mãos da torcida show do Brasil. No embalo da Geral, todo o estádio veio junto, e a panela de pressão começou a esquentar. A chuva que insistia em cair, evaporou ao cair sobre a Azenha. No apito final do árbitro, muito questionado pelos adversários na origem do gol gremista, a festa se sucedeu como vem ocorrendo nos últimos tempos quando o Grêmio joga perto do calor de sua torcida.
Mídia regional e nacional estúpidas.
Não queria estar falando disto nesta coluna, mas existem coisas que não podem passar em branco. Felizmente ou infelizmente, quando medimos a grandeza do Grêmio, um dos quesitos que devemos levar em conta é a inveja e o ódio que causamos na província e fora dela. É engraçado, vermos nossos rivais tentando encontrar justificativas para tentar explicar porque estamos em primeiro lugar. Dizem que só damos balão, nos tacham de violentos, ganhamos com gol roubado, mas querem saber: NÃO ESTAMOS NEM AÍ !
Perto de nós, vocês serão sempre inferiores, pequenos, qualquer um. Somos donos de nosso futuro, trilhamos nossos próprios passos. Agora, a pauta da semana em sites, nos jornais e na televisão é o tal gol impedido do Perea. Meu Deus, reclamam e não param de chorar como se o Grêmio fosse o clube mais beneficiado da história da humanidade. A tacanha imprensa esportiva do Rio Grande, marcada principalmente pela amargura, insiste em enfocar o tal impedimento.
Quase todas as rádios viraram a noite discutindo o tal impedimento do Perea. Já a “mulher maravilha” marcou no mínimo 5 gols impedidos para os de vermelho neste campeonato, e simplesmente ninguém comentou estes fatos. Para refrescarem a memória, bem a pouco tempo atrás, os alvi-rubros passaram de fase na Libertadores através de dois gols surrupiados contra o Nacional do Uruguai e o que se viu foi um silêncio ensurdecedor da mesma mídia. Hipócritas !
O site da globo (muito engraçadinho ele) anunciou em suas chamadas, frases como “Tcheco aplaude gol impedido” e “Com apoio da torcida e da arbitragem”. Já em um programa de debate esportivo da Band, entraram madrugada adentro direcionando sua fúria contra o Grêmio, praticamente conclamando um “motim” contra o Imortal Tricolor. O quarteto framboesa do ano formado por um ex-árbitro com cara de engraxate, um caipira analfabeto, um mamífero marinho com bigode e por um apresentador torcedor-sofredor com cara de mafioso italiano, assassinou o português com sotaques rasgados e defendeu a tese de que existe uma conspiração para tirar o São Paulo da briga pelo título brasileiro. O que mais se via eram olhos enfurecidos, momentos de histeria total e ofensas ao povo gaúcho e ao Grêmio. Como sempre, usaram a velha tática: caracterizaram o Grêmio como “ultra violento”, que os gaúchos querem ser argentinos, e o mais preocupante de tudo: falaram que o Grêmio era o “campeão brasileiro da arbitragem”. Quanta bobagem, isso só pode ser sinal do apocalipse. Sinceramente, dou mais valor as fezes que viram adubo do que aos comentaristas da Band. É incrível como certas pessoas, que muito bem poderiam ser classificadas como asnos na condição humana, conseguem atuar em salas de redação ou em programas de debate esportivo. Estes sujeitos escrevem matérias tendenciosas sem conseguir esconder seu lado clubístico, bem como, opinam sobre acontecimentos dizendo o que bem entenderem. E pior: esperam que todos concordem com as asneiras e se submetam ao sistema.
Querem manipular a cabeça dos brasileiros dizendo essas besteiras, querem provocar indignação de todos os times, querem que todos pensem que estamos em primeiro por causa do “favorecimento” da arbitragem. Digam o que quiserem, pois o Grêmio continuará a incomodar a todos, continuará a ser essa pedra chata no sapato de muita gente, sempre foi assim, nossa história comprova. Sairemos Campeões esse ano, custe o que custar. Teremos mais 18 clubes pela frente querendo nossa cabeça, a imprensa do eixo Rio-São Paulo com sua conspiração falando absurdos e milhões de torcedores secando. Não tememos nada somos do Grêmio de La Plata, do Grêmio dos Aflitos !!!!
Tenho convicção, uma certeza de que existe um complô (em andamento) disposto a tirar o título do campeonato brasileiro do Grêmio. Anotem agora e me cobrem depois. Os erros contra nós se tornarão repetitivos a partir de agora e começarão já nesta quinta-feira, quando enfrentaremos o Flamengo no Maracanã (estranhamente o mesmo árbitro que nos negou dois pênaltis no primeiro jogo apitará a partida. De olho no Seneme). Como todos sabemos, o mengo é um dos times mais habituados à falcatrua quando se fala em futebol brasileiro. Espero queimar minha língua, pois na condição de gremista, minha fé é inabalável.
Só vou lhes avisar de uma coisa, usando o bom e velho tradicionalismo como base da resposta. Nós somos GREMISTAS, aqui tem sangue nas veias, um DNA gaudério xucro que não aceita ser submetido nem mandado. O nosso instinto é desbravador, somos obstinados por conquistas e acreditem, temos bala na agulha e um facão bem bagual, para exercer e impor tal condição. Se somos assim, não é por acaso.
“Mas não basta pra ser livre, ser forte aguerrido e bravo. Povo que não tem virtude, acaba por ser escravo”.
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